Revista Comunicação Midiática está aberta até 31 de maio

A Revista Comunicação Midiática está recebendo artigos e resenhas para a edição setembro-dezembro de 2015 (v.10, n.3) até 31 de maio. A revista explica que os trabalhos serão recebidos através de sistema eletrônico e submetidos à apreciação e seleção do Conselho Consultivo e avaliação por pares desde que se enquadrem no Foco e Escopo da revista.

A respeito do foco e escopo a revista destaca que é publicação quadrimestral do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UNESP – Universidade Estadual Paulista e dedica-se a publicar trabalhos originais e inéditos que abordem pesquisas sobre comunicação midiática. É dirigida a pesquisadores, professores, profissionais e estudantes e aceita colaborações de doutores (ou doutores em co-autoria com mestrandos, mestres e doutorandos) para artigos científicos e de alunos de programas de pós-graduação (stricto sensu), mestres e doutores para resenhas.

Os artigos são divididos em seções que buscam abarcar três aspectos dos estudos midiáticos: uma macro-dimensão sociocultural, uma micro-dimensão dos produtos em si (forma, conteúdo, discurso e linguagem) e uma terceira dimensão, que relaciona as duas anteriores pelo viés político, dos fluxos e de gestão. As resenhas trazem apreciações e análises críticas de livros e teses pertinentes à área da Comunicação, publicados nos últimos dois anos.

Com dados da revista

Anúncios

Revista Esferas abre chamada até o dia 20 de Maio

A Revista ESFERAS convida todos os Doutores em Comunicação e áreas afins a enviar seus artigos para sua quinta edição, a ser publicada em Julho de 2015, em versões on-line e impressa.

A Revista ESFERAS é um espaço coletivo de trocas e reflexões, sob a égide dos quatro Programas de Pós-graduação em Comunicação das Universidades do Centro-Oeste, a saber: o Mestrado em Comunicação da Universidade Católica de Brasília – UCB, o PPGCOM da Universidade de Brasília – UnB, o PPGCOM da Universidade Federal de Goiás – UFG e o PPGCOM da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS.

Para o dossiê “Comunicação e Reencantamento” buscaremos dar voz às formas com que o campo da comunicação, incluindo-se a cultura midiática e as novas mídias, é capaz de contribuir para um reencantamento do mundo a partir das conexões e formas de articulações sociais, culturais e políticas que possibilitam, bem como das éticas e estéticas que são capazes de engendrar. A noção de reencantamento que consideramos parte da tentativa de se estabelecer um contraponto amplo e aberto à noção desenvolvida por Max Weber no século XIX de desencantamento do mundo, à época associado à assunção da razão instrumental no ocidente e à dessacralização moderna que a ciência tentou organizar como forma privilegiada de experiência.

Assim, considerando um campo de possibilidades que abraça desde a mídia mainstream até as produções culturais mais periféricas, passando pela paisagem comunicacional urbana, às questões sobre corpo-mídia, às novas possibilidades de intervenção pública e de constituição de vivências compartilhadas, lançamos o desafio para o próximo número: como as diversas formas de comunicação nos permitiriam escapar à conveniência do cinismo e da entropia depressiva como formas (respectivas) de racionalização e sintoma epidêmicas hoje?

Como sempre, a seção “Livres” aceitará artigos sobre os mais diversos temas que abordem os fenômenos comunicacionais e o campo da pesquisa em comunicação.

Fonte: Esferas

Organicom está com chamada aberta até 18 de Maio

A Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Organicom) está com chamadas abertas até o dia 18 de maio. O prazo é uma prrogração de chamada de trabalhos para a Revista Organicom n°23 com um dossiê temático sobre “Comunicação e Economia Criativa”.

A revista destaca que “Salientamos que proponente/autor deve possuir título de doutorado ou ser doutorando e, havendo co-autores, estes devem ser doutores, doutorandos, mestres e/ou mestrandos.”

Com dados da Organicom

Prorrogado o prazo DOSSIÊ: O DOCUMENTÁRIO E OS ARQUIVOS até 27 de maio de 2015 da revista Devires

Guiado pela maneira com que Walter Benjamin buscava a legibilidade das imagens, Georges Didi-Huberman afirma que, mesmo lacunares e sem dar contar do todo ao qual pertencem, as imagens de arquivo – apesar de tudo – sempre deixam um resto ou vestígio, ­e convocam tanto uma exploração em torno da sua gênese (no momento do registro) quanto as operações da montagem, encarregadas de articular e desdobrar o sentido dos materiais expressivos recolhidos inicialmente. Sylivie Lindeperg, por sua vez, considera a montagem dos arquivos uma “retomada”, mas também chama atenção especial para as circunstâncias e o olhar de quem produziu a tomada.

Teríamos então uma dupla operação em torno do arquivo: a construção de uma primeira legibilidade, voltada para a decifração da sua gênese, e uma segunda, executada pela montagem. Ambos os gestos solicitam o trabalho da imaginação. Podemos dizer que a legibilidade das imagens de arquivo entrelaça a sua materialidade à estilística dos autores, resultando sempre numa mise en scène: retrabalhados, retomados, combinados, os arquivos são postos novamente em cena, oferecidos a um novo olhar.

Se é preciso, portanto, sempre levar em conta a maneira como as imagens de arquivo são visadas pelo filme documentário, podemos perguntar pelos muitas maneiras de se extrair o sentido que elas guardam ou de associá-lo (por contraste, comparação, oposição, correlação) a outras imagens e signos (comentários, legendas, depoimentos, músicas). Se pensarmos nos trabalhos de Harun Farocki, Jean-Luc Godard, Chris Marker, Péter Forgács, David Perlov e Rithy Panh – para ficarmos com os mais conhecidos – e, entre nós, nos filmes de Sílvio Tendler, Eduardo Escorel, Andrea Tonacci, Adirley Queirós, Erik Rocha e Marcelo Pedroso e ainda – mais recentemente – no modo admirável como os cinemas indígenas se valeram das imagens de arquivo tanto para rememorar quanto para se reapropriar da sua cultura e da sua história – notaremos que cada obra acaba por compor uma poética singular dos arquivos dos quais se serve. E se consideramos a produção e circulação das imagens em outros circuitos – como a televisão, as redes sociais (no âmbito da vida privada e dos movimentos ativistas) e as artes que se servem do documento – identificaremos o surgimento de novas operações de mise scène que retomam e deslocam as imagens de seus contextos de origem.

Diante do desafio de identificar e compreender as múltiplas maneiras do documentário se valer das imagens de arquivo, a Revista Devires lança uma nova chamada de artigos para o seu vol. 12, n.1 (Jan.Jun. 2015), propondo o dossiê “O documentário e os arquivos”.

Os artigos submetidos devem seguir as normas de publicação disponíveis neste site em Sobre>Submissões>>Diretrizes para Autores.

O prazo para o envio dos textos é até dia 27 de maio de 2015.

“Comunicação e Sociedade Tecnologizada” é o tema para revista com submissão até 15 de maio

A Revista Interin, do Programa em Comunicação e Linguagens da UTP, comunica a Chamada de Artigos para o dossiê do volume 19, n. 1 (2015), com o tema “Comunicação e Sociedade Tecnologizada”. Para este dossiê espera-se receber análises e reflexões da comunidade científica que visem auxiliar na compreensão do complexo sistema de meios (de abrangencia global) no qual a sociedade encontra-se imersa na contemporaneidade.

Ocorre que os usos das tecnologias têm constituído, na longa duração, fator de evidente relevância nas transformações culturais pelas quais passam as sociedades (eventualmente auxiliando a proporcionar o estabelecimento de novas culturas). Exemplos que remetem a um passado remoto envolvem a “revolução da escrita na Grécia [no século V a.C.] e suas consequências culturais”(1) ou a ampliação da “Galáxia [decorrente da invenção] de Gutenberg [no século XV d.C.]”(2).

Avançando até a contemporaneidade, pesquisadores vêm afirmando, em âmbito mundial, que seria caracterizado em meados de segunda década dos anos 2000 um período no qual “dizer que vivemos em um mundo totalmente humano é dizer que vivemos em um mundo totalmente tecnologizado. Se a infraestrutura sofrer um colapso, o mundo comum entra em colapso. […] O significado da vida hoje é uma questão tecnológica”(3). De fato, pode-se pensar mesmo que se vive “na mídia [ou nos meios de comunicação]. Quem você é, o que você faz e o que tudo isso significa para você não existe fora da mídia. Os meios estão para nós como a água está para os peixes. Isso não significa que a vida é determinada pela mídia – apenas sugere que, gostemos ou não, todos os aspectos de nossas vidas têm lugar nos meios”(4). Tal contexto caracterizaria uma cultura dos meios, que “não é uma cultura de massas, nem uma cultura dominante ou [que atua como] guia, ou uma programação cultural ou ainda uma cibercultura. Mas precisamos ter em mente que a cultura dos meios é algo relacionado com a onipresença crescente dos meios de comunicação, moldado por vários meios de diferentes maneiras”(5).

Recebimento de artigos: até 15 de maio.

Obs. Além do dossiê “Comunicação e Sociedade Tecnologizada”, a revista continua recebendo artigos de temas livres.

A publicação (ISSN/1980-5276 – Qualis B1) aceita submissão de artigos de doutores ou doutorandos em coautoria com doutores (desde 01 de agosto de 2014). Link http://interin.utp.br/index.php/vol11/issue/current

Fonte: Interin

Revista Debates lança chamada para trabalhos

A Revista Debates, v. 9 n. 3, que será publicada em dezembro de 2015 está aceitando trabalhos para o Dossiê A Pesquisa Brasileira de Mídia: padrões de uso dos meios de comunicação social no Brasil e suas implicações, organizado pelo Prof. Dr. Wladimir Gramacho (Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília).

A relação entre os meios de comunicação e o comportamento dos indivíduos é há muito tempo objeto de controvérsia no mundo acadêmico e fora dele. Estudiosos da ciência política, da comunicação, da sociologia, da antropologia e da psicologia social têm disputado há décadas suas visões sobre “se” e “como” os meios de comunicação social (MCS) influenciam o comportamento das pessoas (LASSWELL, 1948; LAZARSFELD, 1940; BERELSON et al., 1954; BAUER e BAUER, 1960; KEY, 1961; CAREY, 1988; entre muitos outros).

No Brasil, parte importante da agenda de pesquisa tem se dedicado a estudar o conteúdo veiculado nos meios de comunicação (AZEVEDO, 2001; BIROLI e MANTOVANI, 2010) e seu efeito sobre opiniões, atitudes e decisões de voto (LOURENÇO, 2009; CERVI, 2011; BEZERRA e MUNDIM, 2011; MUNDIM, 2010). Menor atenção tem sido dada por aqui a um detido e profundo estudo das transformações nas formas como os brasileiros se relacionam com os meios de comunicação – incluindo as novas tecnologias de informação e comunicação – e que implicações elas têm sobre as discussões teóricas de fundo nesse campo. No âmbito da comunicação, por exemplo, Jacks et al. (2011) analisaram os temas de 5.644 teses e dissertações defendidas em programas de pós-graduação no Brasil e encontraram apenas 165 dedicadas a estudos de recepção (3%), entre os quais os de hábitos de uso de meios e audiência.

Nesse contexto de escassez de estudos de recepção ou de padrões de uso dos MCS, ganha especial relevância a Pesquisa Brasileira de Mídia (PBM), survey elaborado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), com a colaboração de uma dezena de pesquisadores de algumas das principais universidades brasileiras, e realizado pela empresa Ibope Inteligência. Em outubro e novembro de 2013, foi produzida a primeira coleta de dados desse estudo, que tem amostras para cada uma das 27 Unidades da Federação. No total, somaram-se 18.312 entrevistas. Os dados compostos na amostra nacional têm margem de erro máxima estimada de 1 ponto percentual, com intervalo de confiança de 95%, o que dá ao estudo grande capacidade descritiva sobre os diversos segmentos socioeconômicos e seus hábitos de uso de mídia. As entrevistas foram conduzidas em 848 municípios e o tamanho da amostra em cada UF variou de 504 a 1876 entrevistas, com margem de erro máxima de 4 pontos percentuais para cada. A segunda edição foi realizada nos meses de novembro e dezembro de 2014, com desenho amostral idêntico.

Este “Dossiê” pretende reunir artigos originais que explorem dados da primeira edição da PBM, de sua segunda edição ou de ambas para responder a questões vinculadas a dois problemas principais. Um de ordem descritiva: quais são os padrões de uso dos meios de comunicação no Brasil? Outro de ordem explicativa: a exposição a diferentes meios e veículos está associada a diferentes atitudes, opiniões e comportamentos? Os trabalhos podem se dirigir ao conjunto dos meios de comunicação, a parte deles (e.g. jornais e revistas) ou a apenas um (e.g. internet); bem como explorar os dados nacionais, regionais (e.g. Nordeste) ou estaduais. A seleção de trabalhos, contudo, pretende ser parcimoniosa ao combinar temas e enfoques metodológicos diferentes.

Data limite para submissão de artigos: 15 de agosto de 2015. Maiores informações no site da revista.
ISSN Eletrônico 1982-5269 / ISSN Impresso 2236-479X

Fonte: Comunicação e Política